Eu sou uma eterna apaixonada por palavras. Música. E pessoas inteiras. Não me importa seu sobrenome, onde você nasceu, quanto carrega no bolso. Pessoas vazias são chatas e me dão sono. Gosto de quem mete a cara, arrisca o verso, desafia a vida.

∞ 8,165 notes

Fernanda Mello.    (via romantizar)

(Source: serporestar, via romantizar)

Não, você não precisa ter o abdômen do mocinho da novela, afinal eu adoro meus peitos naturais que se mexem de leve quando eu corro e desaparecem um pouco quando eu emagreço demais. Acho até que posso ficar com sua barriga pra sempre, mas já faz tempo que não acompanho nem uma semana seguida de qualquer novela.Eu não quero que você me busque num super potente carro, eu só quero que quando você me beije, eu não deseje mais nenhuma força do universo. Estou pouco me lixando se o restaurante tem várias cifras no guia da Folha, mas gostaria muito que a gente esquecesse das mesas ao lado e risse a noite toda, eu até brindaria com água sem bolhinhas.Sério que tem uma pousada mega-master com ofurô em cima da montanha e charretes cor-de-rosa que trazem o café da manhã? Dane-se, se você conseguir passar, nem que seja algumas horas, encantado pela gente, essa será a maior riqueza que eu posso ganhar.Sim, a tecnologia é mesmo fantástica, só que hoje eu queria sumir com você para um lugar onde não pegue o celular, não pegue a internet, não pegue a televisão, mas que a gente, em compensação, se pegue muito.Sim, sim, música eletrônica é demais, celebrar a vida com os amigos é genial, pular bem alto é sensacional. Mas será que a gente não pode colocar um Cartola bem baixinho na vitrola e dançar sozinhos no escuro, só hoje? Será que a gente não pode parar de adjetivar o mundo e se sentir um pouco?Eu procuro você desde o dia em que nasci, não, eu não dependo de você nem para andar e nem para ser feliz, mas como seria bom andar e ser feliz ao seu lado.Só que estamos com um problema: vai ser um pouco difícil a gente se conhecer porque tenho evitado sair de casa.Eu não odeio mais as garotas em série e seus namorados em série, eu não odeio mais a sensação de que o mundo está perdido e as pessoas lutam todos os dias para se parecerem ainda mais com o perdido ao lado, se perdendo ainda mais.Eu não odeio mais quem cuida do corpo mas esquece da alma, quem cuida do cabelo mas esquece da mente, quem cuida da superfície mas faz eco por dentro, quem coloca um peito de silicone mas esquece de dar mais uma chance ao amor.Eu não odeio mais a galera feliz em pertencer a um mesmo barco que não vai a lugar nenhum. Eu só acho isso tudo muito triste e prefiro não ver. Eu prefiro não fazer parte da feira que compete pra ver quem tem a casca mais bonita.Voando eu sei que você não vem, até porque eu jamais namoraria um super-homem: tenho horror a pessoas falsamente infalíveis.Não quero um homem que sempre vence, que sempre impressiona, que sempre salva e sorri impecável em dentes brancos e músculos ressaltados por um colan com as cores da bandeira americana.Você pode ter medo de monstrinhos imaginários e dormir com a porta trancada, pode ficar meio tristinho quando, numa festa cheia de amigos, lembrar que é sozinho no mundo, pode perguntar assustado no meio da noite “aonde você vai” mesmo sabendo que é só um xixi, pode até fazer piada com o seu medo de estar vivo, e pode, inclusive, ficar sério e quieto, de repente, por causa disso também.Não existe Orkut, não existe Messenger, não existe celular, não existe um supercelular que é máquina fotográfica, Orkut e Messenger ao mesmo tempo. Não existe o décimo quarto andar do meu prédio com 8 seguranças lá embaixo. Não existe a balada perfeita com 456 garotas iguais e programadas para te dar um amor levemente inexistente. Não existe esperar que a vida fique mais compacta, mais veloz, mais completa e mais fácil, assim como o computador.Existe essa coisa simples, antiga e quase esquecida pela possibilidade infinita de se distrair com as mentiras modernas do mundo. Existe o amor, mas onde ele foi parar depois de tudo isso?Eu não tenho um portão para te esperar, como minha avó um dia esperou pelo meu avô e eles ficaram juntos por 70 anos. Talvez eu também seja engolida por esse mundo que cria tantas facilidades para a gente não sofrer. Tenho medo de que tudo seja uma mentira e de verdade sinto que é, mas ainda acordo feliz todos os dias esperando que ao menos você seja verdade.

∞ 1,571 notes

 Tati Bernardi  (via caluniador)

(Source: dive--in--me, via caluniador)

Não conheço uma pessoa que não goste de acordar com um bilhete, um carinho, um café na cama, um beijo, um abraço, um telefonema “dormiu bem?”, um sorriso, um chamego. Não conheço uma única alma que nunca pensou em ter alguém para ligar no meio da tarde só para dizer que estava com saudade. Aposto que você, você que diz não ser romântico, se emociona quando vê uma cena de amor no cinema. Sei que você gosta que te façam mimo quando você adoece. Sei que você gosta de ouvir como é importante para alguém. Sei que você gosta de florzinhas na mesa na hora do jantar, sei que você gosta de dançar coladinho, sei que você fica feliz ao receber um cd gravado com músicas exclusivas. Músicas exclusivas que alguém exclusivo gravou para você simplesmente pelo fato de você ser exclusivo.

∞ 19,634 notes

Clarissa Corrêa  (via caluniador)

(Source: cirandices, via caluniador)

A diferença entre você e um cubo mágico, é que do cubo mágico eu desisto.

∞ 11,858 notes

João Pedro Bueno, Sabedorias. (via romantizar)

(Source: sabedorias, via romantizar)

1/16/2013 (10:26pm) 94 notes

Senhor, eu creio, mas aumenta a minha fé!

(Source: ancorada-no-senhor, via wh0-sh0t-ya)

lupinatic:

here-is-the-place:

When people say these books are children’s books, as if to demean them, I balk. These books dealt with themes that adults do not fully understand or wish to. It dealt with racism, classism, sexism, homophobia, prejudice, and general ignorance. These books taught us that it doesn’t matter how you were raised, but that you get to choose to be kind, loyal, brave, and true. They taught us to be strong under the pressures of this world and to hold fast to what we know to be right. These books taught me so much, they changed me as a person. So just because they’re set against a fantastical backdrop with young protagonists does not mean that their value is any less real.

This.

First book: Starts with the double murder of a pair of twenty-one year olds who were much missed and leaving their baby son a war orphan. A child growing up in abusive conditions that would give Cinderella the horrors. Dealing with peers and teachers who are bullies. The fickleness of fame (from the darling of Gryffindor to the outcast.) The idea that there are things worth fighting and dying for, spoken by the child protagonist. Three children promptly acting on that willingness to sacrifice their lives, and two of them getting injured doing so.

Second book: The equivalent of racism with the pro-pureblood attitude. Plot driven by an eleven year old girl being groomed and then used by a charming, handsome older male. The imbalance of power and resultant abuse inherent in slavery. Fraud perpetuated by stealing something very intimate.

Third book: The equivalent of ableism with a decent, kind and competant adult being considered less than human because he has an illness that adversely affects his behaviour at certain times. A justice system that is the opposite of just. Promises of removing an abused child from the abusive environment can’t always be kept. The innocent suffer while the guilty thrive.

Fouth book: More fickleness of fame. The privileged mistreating and undermining the underprivileged because they can. A master punishing a slave for his own misjudgment, and the slave blaming herself. A sports tournament which involves mortal risk being cheered by spectators. A wonderful young man being murdered simply because he was in the way. A young boy being tortured, humilated and nearly murdered.

Fifth book: PTSD in the teenage protagonist. Severe depression in the protagonist’s godfather, triggered by inherited mental health issues and being forced to stay in a house where abuse occured. A bigoted tyrant who lives to crush everyone under her heel, torturing a teenager for telling the truth in the name of the government (and trying to suck his soul out too). The discovery that your idols can have feet of clay after all. An effort to save the life of someone dear and precious actually costing that very same life. The loss of a father-figure and the resultant guilt.

Sixth book: The idea that a soul can be broken beyond repair. Drugs with the potential for date rape are shown as having achieved exactly that in at least one case, resulting in a pregnancy. Well-meaning chauvinism trying to control the love life of a young woman. Internalised prejuidce resulting in refusing the one you love, not out of lack of love but out of fear of tainting them. The mortality of those that seem powerful and larger than life.

Seventh book: Bad situations can get worse, to the point where even the privileged end up suffering and afraid. More internalised prejudice and fear hysterical terror of tainting those you love. Self-sacrifice and the loss of loved ones, EVERYWHERE. Those who are bitter are often so with a reason. The necessity of defeating your inner demons, even though it’s never as cool as it sounds. Don’t underestimate those that are enslaved. Other people’s culture isn’t always like your own. Things often come full circle (war ending with the death of a dearly-loved pair of new parents and their orphaned baby son living with his dead mother’s blood relative instead of his young godfather). Even if ‘all is well’ the world is still imperfect, because it’s full of us brilliant imperfect humans.

So… still think that Harry Potter is a kid’s series with no depth?

(Source: fhlostonsparadise, via want-2-break-free)

11/10/2012 (2:05pm) 163,414 notes

dapperdevon:

sterekhobrien:

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FOR SCIENCE

SCIENCE

(via want-2-break-free)